quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Julie & Julia
(Julie & Julia, 2009, EUA)

Sabe aqueles filmes positivistas que elevam a moral de qualquer um que assista? Pois é, Julie & Julia é assim. Com cenas sempre baseadas em cores e constastes fortes, com o auxílio de uma bela fotografia e tomadas de câmera geniais, o longa seduz a plateia e agrada visualmente.

A trilha sonora é outra atração à parte. Canções como Stop the Train, Mes Emmerdes e Psycho Killer garantem um ótimo ritmo e desenrolar das sequências. As transições e o "vai e vem" da história são colocados de maneira tão agradável e leve que mantém o espectador atento.

Já o roteiro, escrito por Nora Ephron (A Feiticeira), que também é a diretora, tem muitas falhas. Os diálogos extensos e desnecessários, como as inúmeras discussões de relacionamento, acabam encobrindo bastante a beleza - digamos natural - da história, que na verdade é o carro chefe da trama (ou pelo menos era pra ser).

Quanto às atuações, tanto a experiente Meryl Streep (Dúvida) quanto a bela Amy Adams (Uma Noite no Museu 2), estão muito bem. Outros que se destacaram foram Stanley Tucci (O Diabo Veste Prada) e Chris Messina (O Melhor Amigo da Noiva).

Mas por outro lado, o filme desgasta-se e acaba cansado devido às inúmeras cenas desnecessárias como, por exemplo, as inúmeras discussões de relacionamento e alguns diálogos extensos além da conta.

NOTA (0 a 5): 3,5
***

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Lua Nova
(The Twilight Saga: New Moon, 2009, EUA)

Após o estrondoso sucesso de Crepúsculo, a saga - que leva o mesmo nome - está de volta às telonas. O casal Edward e Bella continua com as mesmas caras e bocas - sim! A dupla de mocinhos tem uma faceta apenas. Somente isso já define as atuações de Robert Pattinson (Feira das Vaidades) e Kristen Stewart (Jumper) como medíocres e totalmente plásticas.

O diretor Chris Weitz (A Bússola de Ouro) joga muito bem com a plateia, manipulando-a com cenas dosadas e um toque de semi-ação. Ou seja, toda sequência de ação é interrompida por algum fator - digamos - externo. Isso, particularmente, me deixou bastante irritado. Já os adolescentes (público-alvo da franquia), mais uma vez ficaram de queixo caído com as inúmeras cenas de sensualidade e erotismo.

Em Lua Nova, o triângulo amoroso é completado pelo personagem Jacob Black, vivido por Taylor Lautner (Doze é Demais 2), num papel totalmente esdrúxulo e babaca. Aliás, o lobo, desta vez, roubou totalmente a cena do vampiro. Ao contrário do filme anterior, onde Jacob era uma personagem quase que sem importância.

Alguns nomes vieram a somar pontos ao projeto - senão somente eles. Apesar da pequena participação, Dakota Fanning (Heróis) deu um ar magistral à película. Outro que somou foi o ator Michael Sheen (Frost/Nixon), na pele do vilão Aro.

Outro ponto fraco são os efeitos visuais. Até metade do filme eles eram alternados. Mas daí em diante o que acontece é um show de bizarrice. Efeitos realmente porcos e que mereciam maior atenção da pós-produção - que parece não ter recebido o devido orçamento para uma boa execução da tarefa. Sem falar na maquiagem. Com o bisonho exemplo da peruca mal colocada no personagem Jacob.

Já a fotografia ficou acima da média. As elipses (mudanças temporais com efeito visual) são criativas e agradáveis. O responsável por isso foi o fotógrafo Javier Aguirresarobe (Vicky Cristina Barcelona).

Baseado no livro de Stephenie Meyer, Melissa Rosenberg (Ela Dança, Eu Danço) adaptou uma história fraquíssima, assim como em Crepúsculo, que também é de sua autoria. Como disse anteriormente, a plasticidade atrapalha de forma arrebatadora. Os diálogos são supérfluos e enchem a paciência com argumentos incabíveis e desnecessários. Até mesmo Malhação (programa da Rede Globo) é mais bem elaborado.

Mas não! A saga Crepúsculo é um sucesso! Somente na estreia já vendeu mais que O Exterminador do Futuro: A Salvação e Batman - O Cavaleiro das Trevas. Bateu muitos recordes de bilheteria. E por isso é O FILME (ou A FRANQUIA)! Poupem-me! A saga Crepúsculo não passa de - repito mais uma vez - pura plasticidade e joguinhos infantis, principalmente envolvendo sentimentos como amor e ódio.

Por fim, a imprensão que Lua Nova deixa é a de um filme que nunca engata. Que roda, roda e não sai do lugar. O longa não passa de uma mera ligação entre o primeiro e o terceiro capítulo da saga. E só. Talvez o principal erro tenha sido a mudança da diretora Catherine Hardwicke, que não pôde assumir este filme devido à incompatibilidade de agendas - é o que dizem.

NOTA (0 a 5): 2
**

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Código de Conduta
(Law Abiding Citizen, 2009, EUA)

Uma ótima surpresa nas telonas. Assim começo a falar sobre Código de Conduta. Apesar de ser estrelado por dois grandes nomes do cinema atual: Gerard Butler (300) e Jamie Foxx (Miami Vice), particularmente não botava muita fé neste longa. Mas, por outro lado, quando ocorre essa frustração positiva de expectativas é muito bom.

O diretor F. Gary Gray (O Outro Nome do Jogo) conseguiu, de maneira inteligente, conciliar o ótimo roteiro de Kurt Wimmer (Os Reis da Rua) com uma técnica apurada e ainda explorou ao máximo a capacidade de sua dupla principal - mas cá entre nós que Butler ofuscou Foxx.

Outros nomes, como os veteranos Colm Meaney (Nem Tudo é o que Parece) e Bruce McGill (Ponto de Vista), elevam ainda mais o projeto com interpretações impecáveis.

Uma trama bem entrelaçada e muito bem dosada, com tomadas de câmera fora de série e uma trilha totalmente em sintonia com as sequências. E os efeitos visuais? Ficaram acima da média. Várias cenas me fizeram lembrar o Dr. Hannibal Lecter.

Código de Conduta vale a pena ser visto e discutido, já que trata de assuntos como ética, corrupção e segurança - ainda que nos EUA.

NOTA (0 a 5): 4
****

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

2012
(2012, 2009, EUA/Canadá)

Segundo o calendário dos Maias, o um grande desastre acontecerá em 2012, levando a humanidade à beira da extinção. Este é o argumento-base do novo filme do diretor, produtor e roteirista Roland Emmerich, que dirigiu filmes como Godzilla (1998), Independence Day (1996) e O Dia Depois de Amanhã (2004), entre outros.

É, o alemão (Emmerich) realmente gosta de histórias com grandes desastres colocando a extinção da humanidade sempre em evidência. O roteiro do longa - e põe longa nisso (o filme tem cerca de 2h30 de duração) - foi assinado por Emmerich em parceria com Harald Kloser (10,000 A.C.) e mais uma vez bate na tecla do fim do mundo - ou um transformação do mesmo - por um fator natural.

Desta vez, o argumento seria o alinhamento de astros que causaria mudanças bruscas no planeta Terra como o deslocamento dos pólos devido a uma atividade sísmica. Segundo os Maias, outro acontecimento desse só se repetiria daqui a 25 mil anos. Um roteiro medíocre - como a grande maioria de filmes de ficção científica -, mas que foi salvo pelas belíssimas sequências e locações.

Com um orçamento de US$ 260 milhões, o diretor, juntamente com a equipe de produção - liderada por Roland Emmerich, Larry J. Franco (Batman Begins) e Harald Kloser - fizeram efeitos visuais e sonoros de primeira linha, priorizando as cenas de perseguição, assim como nos filmes anteriores de Emmerich.

As atuações, em geral, são medianas, mas nada que atrapalhe o resultado geral do projeto. John Cusack (1408), Amanda Peet (De Repente é Amor), Woody Harrelson (Onde os Fracos Não Têm Vez), Danny Glover (Jogos Mortais), Thandie Newton (Crash - No Limite) e Oliver Platt (Frost/Nixon) são apenas alguns nomes do estrelado elenco.

Por fim, 2012 é uma grata surpresa e vai agradar aos fãs do gênero, além daqueles que vão em busca de um cinema-pipoca, ou seja, puro entretenimento e diversão. Discussões benéficas, que geram reflexões também são trazidos à tona. Assuntos como egocentrismo, ganância, abuso de poder, entre tantos outros, são tratados de forma implícita, porém significante. Isso é o que o fraco roteiro traz de bom.

NOTA (0 a 5): 4,5
****

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Os Fantasmas de Scrooge
(A Christmas Carol, 2009, EUA)

A grande aposta da Walt Disney Pictures para o Natal chega às telonas recheada de tecnologia de ponta. Os Fantasmas de Scrooge é o primeiro longa da Disney lançado em IMAX 3D - formato de filme criado pela canadense IMAX Corporation que tem a capacidade de mostrar imagens muito maiores em tamanho e resolução do que os sistemas convencionais de exibição de filmes - e terceira adaptação para o cinema do consagrado livro Um Conto de Natal, de Charles Dickens.

O diretor Robert Zemeckis (A Lenda de Beowulf) apostou no talentoso Jim Carrey (Sim, Senhor!) para conduzir a história de velho senhor rabugento que não gosta do Natal por traumas da infância. E não é que deu certo?! Carrey, assim como todo o elenco, atuou com sensores ligados ao seu corpo captando movimentos para que posteriormente fossem transformados em animação.

Infelizmente o roteiro de Zemeckis não foi um dos atrativos do projeto. Com diálogos extensos e superficiais, a história perdeu um pouco daquela magia, devido à complexidade desnecessária de várias cenas. A duração de cerca de 1h30 pareceu ter 2h30.

Os Fantasmas de Scrooge encaixa-se perfeitamente à lista de animações de terror. Apesar de ter a classificação etária livre, o filme não agrada os pequenos e expõe mais uma forte jogada da poderosa Disney para não perder público e dinheiro. Vi muitas crianças com medo do filme e inquietas (além do normal) no momento da exibição.

Assim como 9-A Salvação, animação de Tim Burton recentemente lançada, Os Fantasmas de Scrooge é um filme bastante escuro. E outra: a tecnologia 3D precisa ser melhorada. O valor da entrada para assistir a um filme 3D é mais cara e o resultado não tem sido satisfatório, já que poucas cenas realmente nos passam a sensação tridimensional.

Um filme genérico. Essa é impressão que Os Fantasmas de Scrooge deixa. O personagem principal, Ebenezer Scrooge, é praticamente idêntico (fisicamente falando) ao protagonista de Desventuras em Série. Sem citar a tecnologia idêntica a O Expresso Polar.

NOTA (0 a 5): 3,5
***

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

This is It
(This is It, 2009, EUA)

Se existisse um gênero cinematográfico denominado como registro, This is It se encaixaria perfeitamente, já que o diretor Kenny Ortega (High School Musical 3 - Ano de Formatura) - que também era o diretor do novo show de Michael Jackson, com mesmo nome - teve como único trabalho editar e organizar as cenas.

O filme é resultado de 100 horas de filmagens dos bastidores do show e com o apoio da família Jackson. Foi mostrado o dia a dia dos últimos três meses de vida do cantor que ensaiava para sua nova turnê, começando por Londres.

Monótono e feito para fãs. São cerca de 110 minutos que demoram a passar. Interessante é que cartaz do longa diz "descubra o homem que você não conhecia". O que você imagina com isso? Que MJ é um cara humano e tal, certo?! Mas não se engane! Ao menos a minha concepção foi a de um homem perfeccionista, sistemático e um tanto quanto egocêntrico.

Apesar da forte campanha de publicidade, This is It dificilmente decolará, já que no boca a boca, o filme não ficou bem na fita. Ou seja, não agradou. A impressão é de que o diretor Ortega foi oportunista, aproveitando-se do falecimento de MJ para ganhar dinheiro. Posso estar errado, mas foi isso que percebi, já que This is It iria, inicialmente, ser lançado apenas em DVD.

NOTA (0 a 5): 1,5
*



Informações: GuiaBH / e-Pipoca | Imagens: Divulgação

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Substitutos
(Surrogates, 2009, EUA)

O novo filme de Bruce Willis (Duro de Matar 4.0) chega aos cinemas brasileiros sem muitas pretensões. Isso porque a publicidade do mesmo foi mínima. Com um orçamento de cerca de US$ 80 milhões, a principal virtude de Substitutos é a pesada crítica à robotização do dia a dia dos seres humanos. Ainda assim, o roteiro é fraquíssimo e pouco explorado, considerando que o HQ é excelente!

O diretor Jonathan Mostow (O Exterminador do Futuro 3: A Rebelião das Máquinas) expeliu o máximo que pôde de Willis, mas nem isso foi o bastante para que o longa saísse da mesmice. Essa é a segunda vez que Mostow e Willis trabalham juntos. O primeiro foi Pulp Fiction - Tempos de Violência.

A equipe de produção, formada por Max Handelman, David Hoberman (Com as Próprias Mãos) e Todd Lieberman (Motoqueiros Selvagens), fez um trabalho irregular. A maquiagem estava perfeita, já os efeitos visuais deixaram a desejar.

Pontos fortes: fotografia e trilha sonora. O diretor de fotografia, Oliver Wood (O Ultimato Bourne), fez bastante uso da grande angular, proporcionando tomadas magníficas. O repertório musical contou com poucas canções, mas que encaixaram-se perfeitamente às cenas. São elas: HiJacker, escrita por Deane Ogden e interpretada por Deane Ogden; e Skin Trade, escrita por Deane Ogden e interpretada por Deane Ogden.

Em suma, Substitutos não traz nada de novo, mas garante alguns momentos de entretenimento.

NOTA (0 a 5): 3
***



Informações:
e-Pipoca / Adorocinema | Imagens: Divulgação

sábado, 24 de outubro de 2009

Distrito 9
(District 9, 2009, EUA/Nova Zelândia)

Lixo hollywoodiano. Isso é o que Distrito 9 é. Logicamente que como toda produção, o longa também tem pontos positivos (que falarei mais abaixo), mas não o bastante para salvar o projeto.

Como todo filme de ação/ficção dos Estados Unidos, Distrito 9 teria a obrigação de ter efeitos visuais incontestáveis. Infelizmente não tem. Apesar de contar com Peter Jackson (King Kong) à frente da equipe de produção, ficou evidente a alternância dos efeitos especiais. Não duvido da competência de Jackson, que fez ótimos trabalhos, como por exemplo, na saga O Senhor dos Anéis.

Tudo leva a crer que os cerca de US$ 30 milhões foram mal gastos, já que a pós-produção (efeitos visuais) mereceria maior atenção. Mas, por outro lado, as locações são satisfatórias e a maquiagem também contou pontos a favor da equipe de produção, que além de Jackson, também contou com Carolynne Cunningham (Um Olhar do Paraíso).

A história, escrita por Neill Blomkamp - que também é o diretor do filme - e Terri Tatchell, baseado no curta-metragem Alive in Jorburg (2005), idealiza uma futuro onde seres humanos e alienígenas vivessem lado a lado.

Mas a bizarrice começa quando esses ETs vivem e se comportam como humanos. Criam favelas, roubam, matam, têm sentimentos humanos e tudo mais. Para né?! Sabe aqueles filmes feitos para você amar ou odiar e não tem meio termo? Pois é, este é um desses.

Já a atuação de Sharlto Copley, que vive o protagonista Wikus, está muito bem e apesar de ser iniciante (apenas atuou em um curta-metragem antes de Distrito 9), é uma atração à parte e um dos poucos pontos positivos do projeto. Copley deu ao personagem carisma, coragem e afetividade, convencendo a plateia.

Blomkamp, o diretor, é sul-africano e viveu a infância durante o período do apartheid, que foi vagamente citado durante a trama. Em suma, Distrito 9 é um filme com argumentos incabíveis e que decepcionou bastante, devido principalmente aos efeitos visuais abaixo da média e uma história qualitativamente ínfima.

NOTA (0 a 5): 1,5
*



Informações: Adorocinema / e-Pipoca | Imagens: Divulgação

sábado, 17 de outubro de 2009

O Desinformante!
(The Informant!, 2009, EUA)

Matt Damon está muito diferente em O Desinformante. Diferente tanto no físico quanto na atuação. Mas uma coisa é certa: ele está muito bem! Saiu daquela mesmice de papéis limitados e plásticos de filmes de ação até então. E com certeza este é um trabalho que acrescenta, e muito, em sua carreira.

Mas não pensem que o filme é uma maravilha porque não é. O diretor Steven Soderbergh (Che) fez, junto ao roteirista Scott Z. Burns (O Ultimato Bourne) - que formulou a trama com base no livro de Kurt Eichenwald - um filme monótono e que dá voltas e voltas e não sai do lugar.

Por outro lado, o diretor brinca com o espectador o tempo todo usando o protagonista para contar verdades e mentiras. E nós, do lado de cá da telona, nunca sabemos o que realmente o personagem está afirmando.

Essa frustração é algo que o diretor dominou muito bem, mas ainda assim não foi o bastante para resultar em um bom filme. Muito pelo contrário, O Desinformante será fazilmente esquecível. A não ser devido à película amarelada e à trilha sonora, que condiz ao humor negro da trama. Além da boa produção, com destaque para as locações e edição.

NOTA (0 a 5): 2
**

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

9 - A Salvação
(9, EUA, 2009)

9 - A Salvação é um filme baseado no curta-metragem (de mesmo título), lançado em 2005 pelo mesmo diretor que o longa-metragem. Shane Acker é estreante e contou com o ótimo reforço de Tim Burton (A Noiva Cadáver) como produtor.

O fator principal que percebemos no roteiro de 9 - A Salvação é a crítica ao poder eclesiástico. A velha polêmica entre homens e máquinas está de volta numa roupagem original e diferente. A roteirista Pamela Pettler (A Casa Monstro), construiu uma trama bem armada e personagens carismáticos, lembrando vagamente os filmes Formiguinhaz e Vida de Inseto.

Cada boneco, em 9 - A Salvação, tem um tipo especial de abotoadura peitoral, de acordo com a sua personalidade: zíper, botões, linha etc. O protagonista é o revolucionário, por isso tem um zíper, que é algo mais moderno e funcional.

No elenco, o filme conta com vozes de Elijah Wood (voz do personagem 9), John C. Reilly (voz do personagem 5), Jennifer Connelly (voz do personagem 7), Crispin Glover (voz do personagem 6), Martin Landau (voz do personagem 2), Christopher Plummer (voz do personagem 1), Fred Tatasciore (voz do personagem 8), Helen Wilson (Voz do rádio).

Chamo a atenção de que 9 - A Salvação não é um filme para crianças. A trilha sonora pesada e o tom escuro da película são alguns pontos que comprovam isso. Por fim, este é um filme que não surpreende, mas tem suas qualidades como entretenimento.

NOTA (0 a 5): 4
****