CONTRA O TEMPOJake Gyllenhaal (Zodíaco) estrela o filme, que conta a história de um soldado que acorda em um corpo de outra pessoa e tem a missão de descobrir quem plantou uma bomba que vai explodir no interior de um trem em Chicago.
Um filme com poucas pretensões, que tem efeitos visuais rasos, atuações medianas e um roteiro monótono e genérico. As idas e vindas da história chegam a chamar o espectador de burro, devido às inúmeras explicações e argumentos sem a menor necessidade, que aumentam o tempo do longa desnecessariamente.
Um filme que termina sem um desfecho satisfatório, cinematograficamente falando.
NOTA (0 a 5): 2
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OS TRÊS MOSQUETEIROSO filme conta com um elenco de primeira, formado por Matthew Macfadyen (Robin Hood), Luke Evans (Imortais), Christoph Waltz (Bastardos Inglórios), Milla Jovovich (Resident Evil), Orlando Bloom (O Senhor dos Anéis) e Mads Mikkelsen (Fúria de Titãs).
Mas nem tudo são maravilhas. Apesar do elenco de peso, Os Três Mosqueteiros não é lá essas coisas. Tem sim um carisma sem igual. Inclusive lembra muito a franquia Piratas do Caribe, seja nas piadas, na maneira em que os personagens se comportam e nos romances bandidos.
O diretor Paul W.S. Anderson trilhou caminhos ainda não percorridos por ele anteriormente. À frente de filmes como Soldado do Futuro (1998), saga Resident Evil (2002 e 2010) e Alien vs. Predador, Anderson tentou inovar em um filme épico com humor, mas o resultado foi um tanto quanto cômico. O que posso dizer é que facilmente esquecerei este filme supérfulo e tendencioso. Pelo menos a produção fez a sua parte e conta com locações e figurinos de primeira.
NOTA (0 a 5): 2,5
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CONTÁGIOA ficção científica do talentoso diretor Steven Soderbergh (Traffic) conta o drama dos Estados Unidos devido a um vírus mortal desconhecido transmitido pelo ar. No elenco estão Matt Damon (Além da Vida), Marion Cotillard (A Origem), Gwyneth Paltrow (Homem de Ferro), Kate Winslet (Titanic), Jude Law (Sherlock Holmes) e Laurence Fishburne (Matrix).
O argumento é incisivo e consistente, acontece que o desenrolar do roteiro, assinado por Scott Z. Burns (O Desinformante) acaba se perdendo nas ilusões de tornar a doença um caos e explicar o pânico com uma simples vacina.
Um filme que é lento até a sua metade e corre no restante. Ainda assim retrata bem a situação de conflito do ser humano consigo mesmo. Capaz de fazer de tudo pela sobrevivência e arrepender pelos fatos ocorridos, que são de sua autoria.
NOTA (0 a 5): 3,5
***
AMANHECER - PARTE IO triângulo amoroso entre Bella, Edward e Jacob continua neste longa, que é a primeira das duas partes do desfecho de Crpúsculo. Bella casa-se com Edward e logo na primeira relação secual com o vampiro, ainda na lua de mel, fica grávida. O filme gira em torno desta gestação com dúvidas do desconhecido, já que é a primeira vez que uma humana espera um bebê de um pai vampiro. Jacob, por sua vez, não sai de perto de Bella e aceita conviver em harmonia com a trupe de dentes afiados para ficar perto de sua amada.
Por fim, a sensação que fica é que Amanhecer Parte I nada mais é que um elo de ligação entre os seus antecessores e seu sucessor. Tudo bem que a maioria dos filmes com continuação são assim. Mas este é apenas isto. Um amontoado de bizarrices batidas no liquidificador (destanpado).
De longe este é o pior filme da franquia. Agora resta-nos aguardar para o desfecho final. Se é que vai terminar mesmo.
NOTA (0 a 5): 2
**
O PALHAÇOSelton Mello (O Cheiro do Ralo) está de volta às telonas. Mas desta vez, pela primeira vez, ele assina o roteiro e ocupa a cadeira de diretor, além, é claro, de protagonizar O Palhaço.
A ideia é contar como o palhaço (profissão) faz as pessoas riem, mas que muitas vezes a necessidade e as lutas diárias fazem com que o palhaço seja um pessoa triste e vazia por dentro. Assim é Benjamim, o palhaço vivido por Selto Mello. Benjamim é filho de Valdemar (Paulo José) e eles formam a fabulosa dupla de palhaços Pangaré e Puro Sangue.
Um filme muito bonito, mas que precisava ser melhor estruturado na narrativa e nos diálogos. Ao chegar aos 30 minutos de filme, a história fica desgastada e cansativa. As sequências a partir daí se tornam mornas e sem vida. Não sei se foi esta a ideia de Mello, já que seu personagem vai crescendo no desenrolar do filme. Ficou algo contraposto, sem lógica. Mas vale como passatempo.
NOTA (0 a 5): 3
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